sábado, 25 de maio de 2013

SALAS DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS

                         

      As Salas de Recursos Multifuncionais são espaços localizados nas escolas de educação básica, onde se realiza o Atendimento Educacional Especializado - AEE. São organizadas com mobiliários, materiais didáticos e pedagógicos, recursos de acessibilidade e equipamentos específicos para o atendimento aos alunos público alvo da educação especial, em turno contrário à escolarização.                                                                O Ministério de Educação, instituiu o Programa de Implantação de Salas de Recursos Multifuncionais, por meio da Portaria Nº. 13, de 24 de abril de 2007.  Nesse processo, o Programa atende a demanda das escolas públicas que possuem matrículas de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou superdotados/altas habilidades, disponibilizando as salas de recursos multifuncionais, Tipo I e Tipo II. As Salas de Recursos Multifuncionais Tipo I são constituídas de microcomputadores, monitores, fones de ouvido e microfones, scanner , impressora Laser  teclado e colmeia, mouse e acionador de pressão,laptop , materiais e jogos pedagógicos acessíveis,software para comunicação alternativa,lupas manuais e lupa eletrônica, plano inclinado, mesas, cadeiras, armário, quadro melanínico. As Salas de Recursos Multifuncionais Tipo II são constituídas dos recursos da sala Tipo I, acrescidos de outros recursos específicos para o atendimento de alunos com cegueira, tais como impressora Braille , máquina de datilografia Braille, reglete de mesa, punção,soroban, guia de assinatura, globo terrestre acessível, kit de desenho geométrico acessível, calculadora sonora, software para produção de desenhos gráficos e táteis.
FONTE: A Educação Especial na perspectiva da Inclusão Especial
A escola comum inclusiva             Brasília/ 2010






    Educação a distancia: um caminho desafiador 
Maria da Conceição Nogueira Dantas 
Serra do Mel, 04/05/13 
Nos dias atuais, a educação a distancia tem aberto novos caminhos, gerado desafios, oportunizando o educando a continuar os estudos e até mesmo especializar-se em áreas específicas. No entanto, para alguns essa modalidade de ensino tem sido vista como forma de conseguir certificado e dizer “eu tenho o curso tal”. Segundo Moran, um bom curso, a distancia ou presencial, precisa atingir seus objetivos que é o ensino- aprendizagem e aponta alguns fatores importantes como, professores entusiasmados, alunos motivados,uma administração aberta as necessidades desse tipo de modalidade de ensino, de infra estrutura, planejamento bem elaborado entre outros. Moran ressalta que, “Um bom curso é mais do que conteúdo, é pesquisa, troca, produção conjunta” 0 curso on-line é visto como um curso de maior complexidade, principalmente para alunos que fazem pela primeira vez. É tudo novo, é assustador mas, quando estamos dispostos a enfrentar desafios vale a pena. Ser professor é isso, é está sempre disposto a aprender , buscar o novo, superar dificuldades , enfrentar seus medos, no objetivo de melhorar ou aperfeiçoar sua prática pedagógica. Ainda mais quando se trata de atuar na área de AEE atendimento educacional especializado, que precisa de um ótica de fato ,especializada e muito amor.  

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Um bom curso á distancia ( Moran)


Um bom curso a distância não valoriza só os materiais feitos com antecedência, mas como eles são pesquisados, trabalhados, apropriados, avaliados. Traça linhas de ação pedagógica maiores (gerais) que norteiam as ações individuais, sem sufocá-las. Respeita os estilos de aprendizagem e as diferenças de estilo de professores e alunos. Personaliza os processos de ensino-aprendizagem, sem descuidar o coletivo. Permite que cada professor, monitor, encontre seu estilo pessoal de dar aula, onde ele se sinta confortável e consiga realizar melhor os objetivos, com avaliação contínua, aberta e coerente.

Um bom curso, presencial ou a distância, sempre será caro, porque envolve qualidade pedagógica e tecnológica. E a qualidade não se improvisa Ela tem um alto custo, direto ou indireto. Mas vale a pena. Só assim podemos avançar de verdade.

RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009 (*)




                        Art. 13. São atribuições do professor do Atendimento Educacional Especializado:
I – identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de
acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos público-alvo
da Educação Especial;
II – elaborar e executar plano de Atendimento Educacional Especializado, avaliando a
funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade;
III – organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos
multifuncionais;
IV – acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de
acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da
escola;
V – estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na
disponibilização de recursos de acessibilidade;
VI – orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade
utilizados pelo aluno;
VII – ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcionais
dos alunos, promovendo autonomia e participação;
VIII – estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à
disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias
que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares.